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domingo, 18 de setembro de 2011

A entrega da Amazônia começou por Roraima!

Dados sobre o estado de Roraima. - Foto: AAV/Equipe



Por Eduardo Ferraz.

Roraima, uma das 27 unidades federativas do Brasil, corre o risco de ser separada do território brasileiro. Os responsáveis? O próprio Governo Brasileiro, sob a liderança de Luís Inácio "Lula" da Silva. No ano de 2004, Lula foi o único da América do Sul que assinou o tratado da ONU que aceita a independência de povos indígenas que se declarem independentes, desde que tenham apoio internacional. Só o Brasil assinou!


O presidente da República quase não coloca os pés naquela unidade federativa, onde foi derrotado nos dois turnos da última eleição presidencial e onde é visto como real “inimigo” dos interesses da população. Num Estado cujos índices de violência o colocam entre os quatro primeiros, na macabra classificação nacional de contabilização de homicídios, uma população de pouco menos de 400 mil habitantes (a menor densidade demográfica do País), sobrevive a duríssimas penas sobre jazidas de minerais raríssimos de incalculável valor. 


Porém, o fato de que quase todos os 15.000 índios de Roraima tenham sido deslocados e ajuntados pelas ongs internacionais justamente sobre as maiores jazidas mundiais de nióbio, urânio e ouro existentes ali, A Raposa-Serra do Sol, é o que mais preocupa os diferentes órgãos do governo, como o Ministério da Defesa, o Comando do Exército, a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin).


Estas ONGs, já chegam a cerca de 100 mil organizações não-governamentais (ongs) atuando na Amazônia Brasileira. Destas, 29 mil ongs captam recursos federais, e só neste ano vão amealhar R$ 3 bilhões. Entre 1999 e 2006, R$ 33 bilhões teriam sido repassados por órgãos públicos para essas entidades, quase o total do orçamento do PAC. Além do dinheiro do governo brasileiro, as ongs recebem ainda bilhões e bilhões de euros, dólares, libras e outras moedas fortes – é impossível contabilizar quanto. Pior ainda: existem ongs patrocinadas por verbas vindas de órgãos de inteligência dos "países desenvolvidos".


Lula entregou formalmente Roraima - e quem sabe outras regiões da Amazônia - em um curto prazo de tempo, quando a menor parcela da população (8,7%) se declarará independente através de meios legais, e obterá o óbvio apoio das ONGs estrangeiras ali atuantes, as mesmas que os reuniram sob as reservas minerais e são financiadas pelos governos estrangeiros.


As travessuras de Lula não param por aí, por solicitação das ongs estrangeiras em Roraima, Lula não preservou nossa faixa de fronteira soberana, alegando que existiam também Yanomamis do outro lado da Venezuela. Só que é fato confirmado pelo Ministério das Minas e Energia que as jazidas de nióbio continuam de forma contínua sob a mesma fronteira, e sob o mesmo território vizinho da Venezuela.


Diante disso um corajoso e destemido General Brasileiro, General Augusto Heleno, em discurso dirigido a generais e ex-ministros, o comandante militar da Amazônia classificou a política indigenista brasileira de "lamentável" e "caótica" . Ele destacou ainda sua preocupação com a soberania brasileira diante da presença de organizações não-governamentais (ONGs) internacionais na área da reserva em Roraima que, junto com grupos indígenas, poderiam solicitar a separação política do estado.


Segundo Heleno, em caso de ameaça explícita ao território nacional, ele entraria com suas tropas na região para garantir a soberania brasileira. Heleno recebeu apoio do Brigadeiro Ivan Frota, presidente do Clube da Aeronáutica, em nota oficial à imprensa no dia 18/04, intitulada "Não recue, general Heleno!".


Texto montado com base em outras matérias, segundo o autor.

O Peso do Feriado no Brasil

Por Jorge Figueira.

Todos nós já ouvimos algum amigo ou parente dizer que o Brasil é o país com o maior número de feriados do mundo, certo? Errado. Com dez feriados o País é de longe uma das nações com menor número de datas comemorativas nacionais, menos até que os Estados Unidos, que tem 11, e bem atrás da Bélgica, com 20. Entre os emergentes, a China lidera o número de feriados nacionais com 17 datas festivas.


Muitos empresários dizem que o feriado tem um custo econômico, e esse custo nao deve ser imposto pelo Estado Brasileiro a quem quer estudar, trabalhar, comprar ou fazer negócios em geral.


O número de feriados no Brasil está limitado a quatro por instância, isto é, quatro nacionais, quatro estaduais e quatro municipais. Enquanto o Estado e o Município seguem a lei, a União já está com dez feriados, o que é inconstitucional, mais uma prova de como o Governo Federal rasga nossa constituição.


Os que defendem os feriados brasileiros afirmam que a média de feriados do Brasil está dentro dos padrões internacionais. No oriente-médio, por exemplo, há tradição de feriados semanais e mesmo assim os países estão em franca ascensão. Não se pode dizer que o feriado afeta a produção, mesmo por que, enquanto uma parte da economia para, a outra dobra seu faturamento, como é o caso do setor de turismo.


Um dos diversos segmentos que acabam sendo prejudicados pelos feriados prolongados são o de bares e restaurantes. O feriado esticado acaba reduzindo o lucro do setor, 70% dos nossos clientes são locais, afirma um comerciante do Grande Rio. Pode-se então chegar a conclusão que nos feriados prolongados a cidade fica vazia e o setor acaba sendo prejudicado. Já na alta estação, o setor recupera este prejuízo tendo os turistas estrangeiros preenchendo o espaço dos cariocas.


Se alguns empresários reclamam dos feriados, os de turismo agradecem. O presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), Colombo Cialdini, afirma em artigo que nos feriados prolongados há uma procura muito grande por viagens para o exterior, principalmente Santiago do Chile e Buenos Aires, devido a baixa cotação do dólar. ´Os feriados aquecem o setor´, disse.

Apesar do benefício ele não concorda que o Brasil deva ter mais feriados. ´Eu particularmente, como cidadão e empresário, acho que o Brasil tem feriados demais e para um país em franco desenvolvimento isso acaba sendo nocivo´.


Pelo menos o maior beneficiado, o trabalhador, não tem a se queixar do grande número de feriados no país. O feriado acaba sendo uma redução forçada na jornada de trabalho dando ao elo mais fraco da economia pretexto para poder recarregar suas baterias.